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Segunda-feira, 11 de Maio de 2009

Pinóquio para verificar

Era uma vez, um senhor chamado Gepeto. Ele era um homem bom, que morava sozinho em uma bela casinha numa vila italiana. Gepeto era marceneiro, fazia trabalhos incríveis com madeira, brinquedos, móveis e muitos outros objetos. As crianças adoravam os brinquedos de Gepeto.
Apesar de fazer a felicidade das crianças com os brinquedos de madeira, Gepeto sentia-se muito só, e por vezes triste. Ele queria muito ter tido um filho, e assim resolveu construir um amigo de madeira para si.

O boneco ficou muito bonito, tão perfeito que Gepeto entusiasmou-se e deu-lhe o nome de Pinóquio.
Os dias se passaram e Gepeto falava sempre com o Pinóquio, como se este fosse realmente um menino.
Numa noite, a Fada visitou a oficina de Gepeto. Comovida com a solidão do bondoso ancião, resolveu tornar seu sonho em realidade dando vida ao boneco de madeira.
E tocando Pinóquio com a sua varinha mágica disse:
- Te darei o dom da vida, porém para se transformar num menino de verdade deves fazer por merecer . Deve ser sempre bom e verdadeiro como o seu pai, Gepeto.
A fada incumbiu um saltitante e esperto grilo na tarefa de ajudar Pinóquio a reconhecer o certo e o errado, dessa forma poderia se desenvolver mais rápido e alcançar seu almejado sonho: tornar-se um menino de verdade.
No dia seguinte, ao acordar, Gepeto percebeu-se que o seu desejo havia se tornado realidade.
Gepeto, que já amava aquele boneco de madeira como seu filho, agora descobria o prazer de acompanhar suas descobertas, observar sua inocência, compartilhar sua vivacidade. Queria ensinar ao seu filho, tudo o que sabia e retribuir a felicidade que o boneco lhe proporcionava.

Sendo assim, Gepeto resolveu matricular Pinóquio na escola da vila, para que ele pudesse aprender as coisas que os meninos de verdade aprendem, além de fazer amizades. Pinóquio seguia a caminho da escola todo contente pensando em como deveria ser seu primeiro dia de aula estava ansioso para aprender a ler e escrever.
No caminho porém encontrou dois estranhos que logo foram conversando com ele. Era uma Raposa e um Gato, que ficaram maravilhados ao ver um boneco de madeira falante e pensaram em ganhar dinheiro às custas do mesmo.
- Não acredito que você vai a escola! Meninos espertos preferem aprender na escola da vida! – falou a Raposa se fazendo de esperta.

A Raposa e o Gato venderam o boneco para o dono do teatro de marionetes.
Pinóquio sem perceber o acontecido atuou na apresentação dos bonecos e fez grande sucesso com o público.
Ao final da apresentação, Pinóquio quis ir embora, porém o dono do teatro vê em Pinóquio a sua chance de ganhar muito dinheiro, sendo assim o trancou numa gaiola.
Pinóquio passou a noite preso, chorando, lembrou do seu pai e teve medo de não vê-lo novamente.
Já estava amanhecendo quando o Grilo enfim, conseguiu encontrar Pinóquio. Mas não o conseguiu libertar da jaula. Nesse momento apareceu a Fada Azul que perguntou ao boneco o que havia acontecido.


- Vamos Pinóquio, sem desviar do nosso caminho! Gritou o pequeno e responsável grilo.
A Raposa e o Gato começaram a contar que estavam indo assistir ao show do teatro de marionetes. Pinóquio não conseguiu vencer sua curiosidade, para ele tudo era novidade, queria conhecer o teatro divertido, do qual os dois estranhos falavam.
- Acho até que você poderá trabalhar no teatro, viajar conhecer novas pessoas, ganhar muito dinheiro e comprar coisas para você e para quem você gosta. Continuou a instigar a Raposa.
O pequeno grilo continuou a falar com Pinóquio, mas este estava tão empolgado que nem o escutava mais.
Pinóquio então, seguiu com a Raposa e o Gato, rumo à apresentação do teatro de marionetes, deixando seu amigo grilo para trás.


Pinóquio mentiu, contou que havia se perdido e encontrado o dono do teatro de marionetes que o prendeu e obrigou-o a trabalhar para ele.
Pinóquio se assustou com o que havia acontecido, seu nariz dobrar de tamanho. Assustado o boneco começou a chorar.

 

 __ Sempre que você mentir seu nariz o denunciará e crescerá. A mentira é algo aparente, é errado e não deve fazer parte de quem possui um bom coração.- Continuou a Fada.
__ Não quero ter esse nariz! Eu fala a verdade! Quis saber como era um teatro de marionetes e sai do meu caminho, acabei me dando mal.
__ Não minta novamente Pinóquio! Lembre-se que para se rum menino de verdade você deve fazer por merecer.- disse a fada , desaparecendo em seguida.
Pinóquio estava voltando para casa, com o grilo, quando viu três crianças correndo sorridentes em uma direção oposta à sua.
Como era muito curioso, Pinóquio perguntou a um dos meninos onde ele ia.
__ Estamos indo pegar um barco para ilha da Diversão, lá existe um enorme parque com brinquedos, doces a vontade. Criança lá não estuda só se diverte!
Pinóquio achou a idéia de uma ilha como aquela tentadora, parou no meio do caminho e olhou na direção dos meninos que corriam.
__ Não Pinóquio! Dúvida não! O que eles estão fazendo parece bom, divertido, mas é errado e fazer o que é errado traz más conseqüências. – disse o esperto grilo. Os meninos já um pouco distantes chamavam Pinóquio para ir junto.

__Ah! Grilo, eu vou só conhecer a ilha, não vou ficar lá para sempre.- disse o inocente boneco já correndo em direção aos meninos.
O grilo não concordou, mas seguiu Pinóquio, afinal, era responsável por ele.
Pinóquio entro num barco cheio de crianças que ia para a tal ilha.
Ao chegarem na ilha, as crianças correram em direção aos brinquedos. Podia-se brincar à vontade, comer doces o quanto quisessem.
O grilo observava, desapontado, o boneco se divertindo.
A noite chegou, e as crianças exaustas de tanto brincar dormiram no chão, espalhadas pelo parque. Algumas sentiam dores na barriga, de tanto comer doces.
Pinóquio estava quase dormindo quando o grilo acordou-o.
__Pinóquio o que está acontecendo?
__O quê grilo? estou com sono, está acontecendo que todos estão dormindo. - Disse o boneco sonolento.
_ Não estou falando disso Pinóquio! Falo das orelhas de vocês! Estão com orelhas... de burro! – disse o grilo preocupado.
Pinóquio despertou e assustado correu em direção a um lago para ver seu reflexo na água.
Várias crianças já haviam percebido o que estava acontecendo e choravam assustadas.
Pinóquio ficou com m muito medo, pois via que outras crianças já estavam também com rabo de burro.
O grilo chamou o boneco para saírem imediatamente da ilha. Devia ser algum feitiço, em troca da diversão que tiveram as crianças estavam se transformando em burros.
Pinóquio correu em direção a um pequeno barco, com ele ia o grilo e outras crianças. Porém ninguém conseguia dirigir o barco.
Pinóquio chorando, chamou a fada Azul.
_ Fada Azul, por favor, nos ajude!
A fada apareceu, ficou feliz por Pinóquio pedir ajuda também pelas outras crianças.
Ao perguntar ao boneco o que havia acontecido, a fada recebeu deste outra mentira. Pinóquio mentiu que havia seguido um menino que ia para a mesma Vila que o Gepeto morava e acabaram se perdendo.
No mesmo instante o nariz do boneco começou a crescer.
Assustado, Pinóquio lembrou do que a fada havia dito e falou a verdade.
Seu nariz voltou ao norma, e a Fada anulou o feitiço que estava fazendo Pinóquio e as outras crianças se transformarem em burros.
Pinóquio seguiu com o grilo em direção à sua casa na vila. Estava com muita saudade do seu pai, Gepeto. Estava começando a entender que o seu pai queria sempre o melhor para ele, e o melhor, naquele momento era a seu lar, a escola, a vila.
Ao chegar em casa Pinóquio não encontrou Gepeto. Com medo, ficou imaginando que Gepeto poderia ter morrido de tristeza com o seu sumiço. Mas o grilo encontrou um bilhete de Gepeto, pendurado na porta.
No bilhete Gepeto dizia que ia de barco procurar o seu filho amado.
Pinóquio foi em direção à praia, junto com o grilo.
Chegando lá, não viram nenhum sinal do barco do Gepeto.
Pinóquio ficou sabendo por uns pescadores que um pequeno barco havia sido engolido por uma baleia naquela manhã.
O boneco imediatamente pensou que se tratava de Gepeto e atirou-se ao mar, para procurar a tal baleia.
O grilo foi atrás de Pinóquio. Ambos nadaram bastante até encontrarem uma enorme criatura.
O grilo avisou ao boneco que aquela era uma baleia. Pinóquio se colocou na frente do animal e em poucos segundos foi engolido por ela. O grilo que o acompanhava todo o tempo também foi engolido.
Ao chegarem no estômago do animal viram um pequeno barco e Gepeto, triste, cabisbaixo, sentado com as mãos na cabeça.
Ao ver o boneco, Gepeto sorriu e correu ao seu encontro.
Pinóquio abraçou o pai e pediu desculpas por ter agido mal.
__ A única coisa que importa meu filho, é que você está bem. Disse o bondoso velhinho. Pinóquio teve a idéia de fazerem uma fogueira com pedaços de madeira do barco, assim a baleia podia espirrar e atirá-los para fora da sua barriga.
O plano deu certo e a baleia espirrou o barco onde estavam Gepeto, Pinóquio e o grilo.


Ao chegarem, à praia Pinóquio e Gepeto novamente se abraçaram felizes por ter dado tudo certo.
_ Prometo ser obediente, papai! Não mentir e cumprir meus deveres. –disse o boneco.
Gepeto ficou orgulhoso do filho. Sabia que Pinóquio tinha aprendido valiosas lições.
Nesse momento a Fada azul apareceu e sorridente disse ao boneco:
__ Você aprendeu as diferenças entre o bem e o mal. O valor do amor, da lealdade .Tudo o que fazemos tem uma conseqüência, que pode ser boa ou ruim dependendo de como agimos. Por tudo o que você aprendeu e pelo modo como agiu, agora farei de você será um menino de verdade!
Assim, a fada transformou Pinóquio em um menino de verdade. E este viveu muito feliz com o seu pai, Gepeto e com o amigo grilo.

__ Não chore Pinóquio! disse a Fada abrindo com a sua varinha mágica o cadeado da gaiola.
Terça-feira, 26 de Junho de 2007

Cinderela

 

 

 

 

 

Recebi um novo prémio!!!

 

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Foi-me dado pela amiga Manuela do blog

 

http://simplesmentemanuela.blogspot.com

 

 

Obrigada amiga, adorei!!!

 

 

E agora.... Um miminho para 2 amigas

 

 

Para a Gel do blog

 http://my-secrets.blogs.sapo.pt

 

 

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E para a Manuela do blog

http://simplesmentemanuela.blogspot.com

 

 

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Espero que gostem!!!

 

 

 

 

 

 

                   

 

 

Era uma vez um homem cuja primeira esposa tinha morrido, e que tinha casado novamente com uma mulher muito arrogante. Ela tinha duas filhas que se pareciam muito com ela.
O homem tinha uma filha de seu primeiro casamento. Era uma moça meiga e bondosa, muito parecida com a mãe.
A nova esposa mandava a jovem fazer os serviços mais sujos da casa e dormir no sótão, enquanto as “irmãs” dormiam em quartos com chão encerado.
Quando o serviço da casa estava terminado, a pobre moça
sentava-se junto à lareira, e sua roupa ficava suja de cinzas. Por esse motivo, as malvadas irmãs gazavam com ela.

Embora Cinderela tivesse de vestir roupas velhas, era ainda cem vezes mais bonita que as irmãs, com seus vestidos esplêndidos.
O rei mandou organizar um baile para que seu filho escolhesse uma jovem para se casar, e mandou convites para todas as pessoas importantes do reino.

As duas irmãs ficaram contentes e só pensavam na festa. Cinderela ajudava. Ela até lhes deu os melhores conselhos que podia e ofereceu-se para arranja-las para o evento.
As irmãs gozavam com Cinderela, e diziam que ela nunca poderia ir ao baile.
Finalmente o grande dia chegou.

A pobre Cinderela viu a madrasta e as irmãs saírem numa carruagem em direção ao palácio.

De seguida sentou-se perto da lareira e começou a chorar.
Nesse instante, apareceu diante dela uma fada, que disse ser sua fada madrinha, e ao ver Cinderela chorando, perguntou: “Gostavas de ir ao baile, não é?”
“Sim”, suspirou Cinderela.
“Bem, eu posso fazer com que você vá ao baile”, disse
a fada madrinha.
Ela deu umas instruções esquisitas à moça: “Vá ao jardim e
traga-me uma abóbora.”

Cinderela trouxe e a fada madrinha esvaziou a abóbora até ficar só a casca. Tocou-a com a varinha
mágica e a abóbora transformou-se  numa linda carruagem dourada!
De seguida a fada madrinha transformou seis ratos em cavalos lindos, tocando-os com sua varinha mágica.

Escolheu também um rato que tinha o bigode mais fino para ser o cocheiro mais bonito do mundo.

A fada disse a Cinderela: “Vai atrás do regador... lá encontrarás seis lagartos. Traz-mos aqui.”
Cinderela nem acabou de trazê-los e a fada madrinha transformou-os em ratos.

Eles subiram atrás da carruagem, com os seus uniformes de gala, e ficaram ali como se nunca tivessem feito outra coisa na vida.
Em relação à Cinderela, bastou um toque da varinha mágica para transformar os farrapos que usava num vestido de ouro e prata,
bordado com pedras preciosas.

Finalmente, a fada madrinha  deu-lhe um par de sapatinhos de cristal.
Toda arranjada, Cinderela entrou na carruagem.

A fada madrinha avisou-a que deveria estar de volta à meia-noite, pois o encanto terminaria ao bater do último toque da meia-noite.
O filho do rei pensou que Cinderela fosse
uma princesa desconhecida e apressou-se a ir dar-lhe as boas vindas.

Ajudou-a a descer da carruagem e levou-a ao salão de baile. Todos pararam e ficaram admirando aquela rapariga que acabara de chegar.
O príncipe estava encantado, e dançou todas as músicas com Cinderela. Ela estava tão absorvida com ele, que se esqueceu completamente do aviso da fada madrinha.

Então, o relógio do palácio começou a bater doze badaladas... Cinderela  lembrou-se do aviso da fada e, num salto, pôs-se de pé e correu para o jardim.
O príncipe foi atrás dela, mas não conseguiu alcançá-la. No entanto, com a  pressa ela deixou cair um dos seus elegantes sapatinhos de cristal.
Cinderela chegou em casa exausta, sem carruagem, sem lacaios evestindo sua roupa velha e rasgada.

Nada tinha restado do seu esplendor, a não ser o outro sapatinho de Cristal.
Mais tarde, quando as irmãs chegaram em casa, Cinderela perguntou-lhes se tinham se divertido.

As irmãs, que não tinham percebido que a princesa desconhecida era Cinderela, contaram tudo sobre a festa:

Como o príncipe ficara com um sapatinho que tinha caído e e como tinha passado toda a festa olhando fixamente para a dona do sapato, e que provavelmente estaria apaixonado pela linda desconhecida.
As irmãs tinham contado a verdade.

Alguns dias depois, o filho do rei anunciou publicamente que se casaria com a moça em cujo pé o sapatinho servisse perfeitamente.
Embora todas as princesas, duquesas e todo resto das damas da corte tivessem experimentado o sapatinho, ele não serviu emnenhuma delas.
Um mensageiro chegou à casa de Cinderela trazendo o sapatinho. Ele deveria calçá-lo em todas as raparigas da casa. As duas raparigas, tentaram de todas as formas calçá-lo, em vão, mas Cinderela sorriu e disse, “Eu gostaria de experimentar o sapatinho para ver se me serve!”
As irmãs riram e troçaram dela, mas o mensageiro tinha recebido ordens para deixar todas as raparigas do reino experimentarem o sapatinho. Então, fez Cinderela sentar-se e, para surpresa de todos, o sapatinho serviu-lhe perfeitamente!
As duas irmãs ficaram espantadas, mas ainda mais espantadas quando Cinderela tirou o outro sapatinho de cristal do bolso e calçou no outro pé.
Nesse momento, surgiu a fada madrinha, que tocou 
a roupa de Cinderela com a varinha mágica. e imediatamente os farrapos transformaram-se num vestido ainda mais bonito do que aquele que ela havia usado antes.
A madrasta e suas filhas reconheceram a linda “princesa” do baile, e caíram de joelhos implorando seu perdão, por todo sofrimento que lhe tinham causado.
Cinderela abraçou-as e disse-lhes que perdoava de todo o coração.
Em seguida, no seu vestido esplêndido, ela foi levada à presença do príncipe, que aguardava ansioso sua amada.
Alguns dias mais tarde, casaram-se e viveram felizes para
sempre.

 

 

 

 

 

Obrigada pela visita.

Volte sempre!!!

Sexta-feira, 22 de Junho de 2007

A Princesa e a Ervilha

 

 

 

 

 

Seja bem vindo!!!

 

 

 

Tive um prémio da minha amiga

Manuela do blog

 

http://simplesmentemanuela.blogs.sapo.pt

 

 

 

Muito obrigada amiga!!!

 

 

 

 

Era uma vez um príncipe que se queria casar com uma princesa, mas uma princesa de verdade, de sangue mesmo real .

Viajou pelo mundo inteiro, à procura da princesa dos seus sonhos, mas todas as que encontrava tinham algum defeito.

Não é que faltassem princesas: até havia de mais, mas a dificuldade era saber se realmente eram de sangue real.

E o príncipe voltou ao seu castelo, muito triste e desiludido, pois queria muito casar
com uma princesa de verdade.
Numa noite, estando  uma tempestade horrível, chovia desabaladamente, com trovoadas, raios e relâmpagos... um espetáculo que até metia medo, de repente 
bateram à porta do castelo, e o rei em pessoa foi atender, pois os criados estavam ocupados enxugando as salas cujas janelas tinham sido abertas pela tempestade.
Era uma moça, que dizia ser uma princesa. Mas estava de tal maneira encharcada que os seus cabelos escorriam, as suas roupas de pegavam-se-lhe ao corpo, e os sapatos de tão encharcados estavam-se a descolar...  era difícil acreditar que realmente  fosse uma princesa real.
A rapariga tanto afirmou que era uma princesa que a rainha pensou numa forma de provar  que o que ela dizia era verdade.
Ordenou à sua criada de confiança que empilhasse vinte colchões no quarto de hóspedes e colocou sob eles uma ervilha. Aquela seria a cama da “princesa”.
A rapariga estranhou a altura da cama, mas conseguiu, com a ajuda
de uma escada,deitar-se.
No dia seguinte, a rainha perguntou como ela tinha dormido.
— Oh! Não consegui dormir — respondeu a rapariga, havia algo duro na minha cama, que até me deixou  manchas roxas no corpo!
O rei, a rainha e o príncipe olharam-se com surpresa. A rapariga era realmente uma princesa! Só mesmo uma princesa verdadeira teria a pele tão sensível para sentir um grão de ervilha sob vinte colchões!!!
O príncipe casou com a princesa, feliz da vida, e a ervilha foi enviada para um museu, e ainda deve estar por lá...
Acredite se quiser, mas esta história  aconteceu realmente!

   Obrigada pela visita

               Volte sempre!!!

 

Terça-feira, 8 de Maio de 2007

As Doze Princesas

 

                                                     

 

 

 

 

 


Era uma vez um rei que tinha doze filhas
muito lindas. Dormiam em doze camas, todas no mesmo quarto; e quando iam para a cama, as portas do quarto eram trancadas a chave por fora.

Pela manhã, porém, os seus sapatos apresentavam as solas
gastas, como se tivessem dançado com eles toda a noite; ninguém conseguia descobrir como acontecia isso.
Então, o rei anunciou por todo o país que se alguém pudesse descobrir o segredo, e saber onde as princesas dançavam de noite, casaria com aquela de quem mais gostasse e seria o seu herdeiro do trono; mas quem tentasse descobrir isso, e ao fim de três dias e três noites não o conseguisse, seria morto.
Apresentou-se logo o filho de um rei. Foi muito bem recebido e à noite levaram-no para o quarto ao lado daquele onde as princesas dormiam nas suas doze camas.
Ele tinha que ficar sentado para ver onde elas iam dançar; e, para que nada se passasse sem ele ouvir, deixaram-lhe aberta a porta do quarto.

Mas o rapaz daí a pouco adormeceu; e, quando acordou de manhã, viu que as princesas tinham dançado de noite,
porque as solas dos seus sapatos estavam cheias de buracos. O mesmo aconteceu nas duas noites seguintes e por isso o rei ordenou que lhe cortassem a cabeça. Depois dele vieram vários outros; nenhum teve melhor sorte, e todos perderam a vida da mesma maneira.
Ora, um ex-soldado, que tinha sido ferido em combate e já não mais podia guerrear, chegou ao país. Um dia, ao atravessar uma floresta, encontrou uma velha, que lhe perguntou aonde ia.
— Quero descobrir onde é que as princesas dançam, e assim, mais tarde, vir a ser rei.
— Bem, disse a velha, - isso não custa muito. Basta que
tenhas cuidado e não bebas do vinho que uma das princesas te trouxer à noite. Logo que ela se afastar, deves fingir estar dormindo profundamente.
E, dando-lhe uma capa, acrescentou:
— Logo que puseres esta capa tornar-te-ás invisível e
poderás seguir as princesas para onde quer que elas forem.
Quando o soldado ouviu estes conselhos, foi ter com o rei, que ordenou lhe fossem dados ricos trajes; e, quando veio a noite, conduziram-no até o quarto de fora. Quando ia deitar-se, a mais velha das princesas trouxe-lhe uma taça de vinho, mas o soldado entornou-a toda sem ela o perceber. Depois estendeu-se na cama, e daí a pouco pôs-se a ressonar como se estivesse dormindo.

As doze princesas puseram-se a rir, levantaram-se, abriram as malas, e, vestindo-se esplendidamente, começaram a saltitar de contentes, como se já se preparassem para dançar.

A mais nova de todas, porém, subitamente preocupada, disse:
— Não me sinto bem. Tenho certeza de que nos vai suceder
alguma desgraça.
— Tola!, replicou a mais velha. Já não te lembras de
quantos filhos de rei nos têm vindo espiar sem resultado? E,
quanto ao soldado, tive o cuidado de lhe dar a bebida que o fará dormir.
Quando todas estavam prontas, foram espiar o soldado, que continuava a ressonar e estava imóvel. Então julgaram-se seguras; e a mais velha foi até a sua cama e bateu palmas: a cama enfiou-se logo pelo chão abaixo, abrindo-se ali um alçapão. O soldado viu-as descer pelo alçapão, uma atrás das outra. Levantou-se, pôs a capa que a velha lhe tinha dado, e seguiu-as. No meio da escada,
inadvertidamente, pisou a cauda do vestido da princesa mais nova,
que gritou às irmãs:
— Alguém me puxou pelo vestido!
—Que tola!, disse a mais velha. Foi um prego da parede.
Lá foram todas descendo e, quando chegaram ao fim, encontraram-se num bosque de lindas árvores. As folhas eram todas de prata e tinham um brilho maravilhoso. O soldado quis levar uma lembrança dali, e partiu um raminho de uma das árvores.
Foram ter depois a outro bosque, onde as folhas das árvores eram de ouro; e depois a um terceiro, onde as folhas eram de diamantes.
E o soldado partiu um raminho em cada um dos bosques. Chegaram finalmente a um grande lago; à margem estavam encostados doze barcos pequeninos, dentro dos quais doze príncipes muito belos pareciam à espera das princesas.
Cada uma das princesas entrou em um barco, e o soldado saltou para onde ia a mais moça.

Quando iam atravessando o lago, o príncipe que remava o barco da princesa mais nova disse:
—Não sei por que é, mas apesar de estar remando com quanta força tenho, parece-me que vamos mais devagar do que de costume. O barco parece estar hoje muito pesado.
—Deve ser do calor do tempo, disse a jovem princesa.
Do outro lado do lago ficava um grande castelo, de onde vinha um som de clarins e trompas. Desembarcaram todos e entraram no castelo, e cada príncipe dançou com a sua princesa; o soldado invisível dançou entre eles, também; e quando punham uma taça de vinho junto a qualquer das princesas, o soldado bebia-a toda, de modo que a princesa, quando a levava à boca, achava-a vazia. A mais moça assustava-se muito, porém a mais velha fazia-a calar.
Dançaram até as três horas da madrugada, e então já os seus sapatos estavam gastos e tiveram que parar. Os príncipes levaram-nas outra vez para o outro lado do lago - mas desta vez o soldado veio no barco da princesa mais velha - e na margem oposta despediram-se, prometendo voltar na noite seguinte.
Quando chegaram ao pé da escada, o soldado adiantou-se às princesas e subiu primeiro, indo logo deitar-se.As princesas, subindo devagar, porque estavam muito cansadas, ouviam-no sempre ressonando, e disseram:
—Está tudo bem.
Depois despiram-se, guardaram outra vez os seus ricos trajes, tiraram os sapatos e deitaram-se.

De manhã o soldado não disse nada do que tinha visto, mas desejando tornar a ver a estranha aventura, foi ainda com as princesas nas duas noites seguintes.

Na terceira noite, porém, o soldado levou consigo uma das taças de ouro como prova de onde tinha estado.
Chegada a ocasião de revelar o segredo, foi levado à presença do rei com os três ramos e a taça de ouro. As doze princesas puseram-se a escutar atrás da porta para ouvir o que ele diria.
Quando o rei lhe perguntou:
—Onde é que as minhas doze filhas gastam seus sapatos de
noite?
Ele respondeu:
—Dançando com doze príncipes num castelo debaixo da terra.
Depois contou ao rei tudo o que tinha sucedido, e mostrou-lhe os três ramos e a taça de ouro que trouxera consigo.
O rei chamou as princesas e perguntou-lhes se era verdade o que o soldado tinha dito. Vendo que seu segredo havia sido descoberto, elas confessaram tudo.
O rei perguntou ao soldado com qual delas ele gostaria de casar.
—Já não sou muito novo, respondeu, - por isso quero a mais
velha.
Casaram-se nesse mesmo dia e o soldado tornou-se herdeiro do trono.
Quanto às outras princesas e seus bailes no castelo encantado...
Pelos buracos nas solas dos sapatos, elas continuam dançando até hoje...

 

 

 

 

Segunda-feira, 16 de Abril de 2007

O Gato das Botas

 

 

 

 

 

 

 

Um moleiro, que tinha três filhos. Repartindo à hora da morte seus únicos bens, deu ao primogênito o moinho, deu ao segundo, o seu burro, e ao mais moço apenas um gato.

Este último, ficou muito descontente com a parte que lhe coube da herança, mas o gato disse-lhe:
— Meu querido amo, compra-me um par de botas e um saco e, em breve,  provarte-ei que sou de mais utilidade que um moinho ou um asno.
Assim, o rapaz converteu todo o dinheiro que possuía num lindo par de botas e num saco para o seu gatinho.

Este calçou as botas e, pondo o saco às costas, encaminhou-se para um sítio onde havia uma coelheira. Quando ali chegou, abriu o saco, meteu-lhe uma porção de farelo miúdo e deitou-se no chão fingindo-se morto.
Excitado pelo cheiro do farelo, o coelho saiu de seu esconderijo e dirigiu-se para o saco.

O gato apanhou-o logo e levou-o ao rei, dizendo-lhe:
— Senhor, o nobre marquês de Carabás mandou que lhe entregasse este coelho. Guisado com cebolinhas será um prato delicioso.
— Coelho?! — exclamou o rei. — Que bom! Gosto muito de coelho, mas o meu cozinheiro não consegue nunca
apanhar nenhum.

Diz ao teu amo que eu lhe mando os meus mais sinceros agradecimentos.
No dia seguinte, o gatinho apanhou duas perdizes e levou-as ao rei como presente do marquês de Carabás.

O rei ficou tão contente que mandou logo preparar a sua carruagem e, acompanhado pela princesa, sua filha, dirigiu-se para a casa do nobre súdito que
lhe tinha enviado tão preciosas lembranças.
O gato foi logo ter com o amo:
— Vem já comigo, que  vou-te indicar um lugar, no rio, onde poderás tomar um bom banho.
O gato conduziu-o a um ponto por onde devia passar a carruagem real, disse-lhe que se despisse, que escondesse a roupa debaixo de uma pedra e se lançasse à água.

Acabava o moço de desaparecer no rio, quando chegaram o rei e a princesa.
— Socorro! Socorro! — gritou o bichano.
— Que aconteceu? — perguntou o rei.
— Os ladrões roubaram a roupa do nobre marquês de Carabás! — disse o gato.  Meu amo está dentro da água e sentirá câimbras.
O rei mandou imediatamente uns servos ao palácio.

Voltaram daí a pouco com um magnífico vestuário feito para o próprio rei, quando
jovem.
O dono do gato vestiu-o e ficou tão bonito que a princesa, assim que o viu, dele se enamorou. O rei também ficou encantado e
murmurou:
— Eu era exactamente assim, nos meus tempos de moço.
O gato estava radiante com o êxito do seu plano, e correndo à frente da carruagem, chegou a uns campos e disse aos lavradores:
— O rei está chegando; se não lhes disserem que todos estes campos pertencem ao marquês de Carabás, faço-os triturar como carne para almôndegas.
De forma que, quando o rei perguntou de quem eram aquelas searas, os lavradores responderam-lhe:
— Do muito nobre marquês de Carabás.
— Com a breca! — disse o rei ao filho mais novo do moleiro. — Que lindas propriedades tens tu!
O moço sorriu perturbado, e o rei murmurou ao ouvido da filha:
— Eu também era assim, nos meus tempos de moço.
Mais adiante, o gato encontrou uns camponeses ceifando trigo e fez-lhes a mesma ameaça:
— Se não disserem que todo este trigo pertence ao marquês de Carabás, faço picadinho de vocês.
Assim, quando chegou a carruagem real e o rei perguntou de quem era todo aquele trigo, responderam:
— Do mui nobre marquês de Carabás.


O rei ficou muito entusiasmado e disse ao moço:
— Ó marquês! Tens muitas propriedades!
O gato continuava a correr à frente da carruagem; atravessando um espesso bosque, chegou à porta de um magnífico palácio, no qual vivia um ogro que era o verdadeiro dono dos campos semeados.

O gatinho bateu à porta e disse ao ogro que a abriu:
— Meu querido ogro, tenho ouvido por aí umas histórias a teu respeito. Dize-me lá: é certo que te podes transformar no que quiseres?
Certíssimo — respondeu o ogro, e transformou-se num leão.
— Isso não vale nada — disse o gatinho. - Qualquer um pode inchar e aparecer maior do que realmente é. Toda a arte está em se tornar menor. Poderias, por exemplo, transformar-te em rato?

— É fácil — respondeu o ogro, e transformou-se num rato.
O gatinho deitou-lhe logo as unhas, comeu-o e desceu logo a abrir a porta, pois naquele momento chegava a carruagem real. E disse:
— Bem vindo seja, senhor, ao palácio do marquês de Carabás.
— Olá! — disse o rei — que formoso palácio tens tu! Peço-te a fineza de ajudar a princesa a descer da carruagem.
O rapaz, timidamente, ofereceu o braço à princesa, e o rei murmurou-lhe ao ouvido:


— Eu também era assim tímido, nos meus tempos de moço.
Entretanto, o gatinho meteu-se na cozinha e mandou preparar um esplêndido almoço, pondo na mesa os melhores vinhos que havia na adega, e quando o rei, a princesa e o amo entraram na sala de jantar e se sentaram à mesa, tudo estava pronto.
Depois do magnífico almoço, o rei voltou-se para o rapaz e disse-lhe:
— Jovem, és tão tímido como eu era nos meus tempos de moço.
Mas percebo que gostas muito da princesa, assim como ela gosta de
ti. Por que não a pedes em casamento?
Então, o moço pediu a mão da princesa, e o casamento foi celebrado com a maior pompa. O gato assistiu, calçando um novo par de botas com cordões encarnados e bordados a ouro e preciosos diamantes.
E daí em diante, passaram a viver muito felizes.

E se o gato às vezes ainda se metia a correr atrás dos ratos, era apenas por
divertimento; porque absolutamente não  precisava mais de ratos para matar a fome...

 

 

 

Segunda-feira, 9 de Abril de 2007

Higiene Oral

 

 

 

 

UM PEDIDO DE SOCORRO
 
 
O Tomás tinha acabado de lanchar, e foi ver televisão.
De repente ouviu uma voz que dizia:
- Socorro, socorro!
Ele assustou-se. Olhou para um lado, olhou para o outro e não viu nada... achou que era imaginação sua.
- Socorro, socorro! Ouviu ele outra vez.
Virou-se de novo para um lado e para o outro, e até viu se estava alguém debaixo do sofá, mas não encontrou nada.
- Deve ser a televisão, pensou ele. Ou então eu estou imaginando coisas.
Passado um pouco ouviu de novo:
- Socorro, socorro!
Agora não era imaginação, ele tinha mesmo ouvido. E o mais estranho de tudo era que o pedido de socorro parecia vir... da sua boca!
Tomás ficou apavorado e correu para a casa de banho. Enquanto corria imaginou que podia ter comido algum extraterrestre vindo de Marte que por engano tivesse aterrado a  nave espacial no seu lanche.
- Ele pode disparar raios gama na minha boca, pensou o Tomás de boca bem fechada.
Finalmente ele chegou à casa de banho e foi-se pôr de frente para o espelho. Aí, abriu a boca à procura do marciano mas... nada. Não tinha extraterrestre nenhum na sua boca. Mas ele tinha a certeza de ter ouvido o pedido de socorro...
- Ajuda-me Tomás.
Tomás assustou-se. Olhou bem para dentro da sua boca e conseguiu ver o seu dente molar com olhos e boca tentando falar com ele:
- Não te assustes, Tomás. Sou eu, o teu dente molar.
- Mas o que queres? perguntou ele.
- É que tu comeste, a tua barriguinha está feliz mas nós... estamos tristes.
- Nós quem?
- Os teus dentes, Tomás.
De repente todos os dentes abriram os olhos e disseram:
- É verdade!!!
- Nós ficámos todos sujos e o bichinho da cárie agora anda atrás de nós, disse o dente molar.
- E onde é que ele está? perguntou o Tomás.
- Está escondido atrás de mim.
- Ajuda-nos, Tomás. Escova os dentes!!!
- Está bem.
Tomás agarrou na sua escova preferida, pôs a pasta de dentes e começou a escová-los.
- Fechem os olhos, ouviram?
- Está bem! responderam os dentes preparando-se para o banho.
O dente molar foi-lhe dando as dicas:
- Isso Tomás. Agora na parte de trás, agora na frente. Escova a língua. Isso, isso! Agora deita esse bichinho fora.
Tomás pôs água na boca, fez um bochecho e deitou a água fora. Os dentes aplaudiram:
- Boaaaaaa!
- Agora vocês estão limpos! disse o menino.
- Ainda não, Tomás, disse o molar. Ainda falta o fio dental.
- Pois é, disse ele pegando no fio dental e passando por todos os dentes.
- Agora sim! Estamos todos limpinhos, disse o dente canino.
- E livres das cáries, acrescentou o Tomás.
- É verdade, Tomás, mas tens de fazer a nossa higiene oral depois de cada refeição!
- Combinado, disse o menino.
- Optimo! disse o dente molar.  Mas há mais uma coisinha: levas-nos a ver televisão?
E o Tomás voltou para a sala, sentou-se no sofá e ficou com a boca meio aberta para que todos os seus dentinhos pudessem ver televisão.
- Que giros são estes desenhos animados, disse o molar.
- Pois é, são mesmo giros disse o canino.
E ali ficou o Tomás, com os seus amiguinhos dentes, todos a verem os desenhos animados.
 
 
 Agora  pega nos teus lápis de cor e nas tuas canetas de feltro e toca a colorir estes bonitos desenhos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cris às 00:01
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Quarta-feira, 4 de Abril de 2007

Branca de Neve e os sete anões

     

  

                        

Havia  uma  rainha que teve uma filha à qual pôs o nome de Branca de Neve por ela ser branquinha como a neve. Um dia  a rainha morreu e o rei voltou a casar com uma mulher muito malvada. 

Ela era  muito vaidosa e costumava  perguntar  ao espelho:
- Quem é a mais bela do mundo?
- Agora já não és tu!- respondeu um dia o espelho -  Branca de Neve é a mais bela.
A rainha gritou furiosa: - Mas não será por muito tempo!
Então , procurou  um guarda e  mandou  matar Branca de Neve.

O guarda convidou Branca de Neve a dar um passeio pelo bosque e, quando ela apanhava uma flor ele ia matá-la mas teve pena dela e disse-lhe:
  - Foge para longe  daqui  onde  a   rainha   não  te  possa encontrar.
Branca  de Neve  estava  assustada mas, os animaizinhos da floresta  levaram-na  até  uma  casinha muito pequenina. Lá dentro,  tudo  era  pequenino.  Havia  um  quarto  com  sete minúsculas camas.  A menina estava muito cansada, deitou-se numa delas e adormeceu.

Entretanto,  numa  gruta  da  montanha,  trabalhavam à procura de diamantes sete anõezinhos.

- Já está a anoitecer, chega  de trabalhar por hoje. - disse  o anãozinho  mais  velho. E, lá foram eles   para a sua casinha  no bosque. 

Os anõezinhos  ficaram   surpreendidos por ver Branca de Neve  na  sua  casa. A  menina  também  ficou admirada quando acordou e os viu à sua volta.
- Quem és tu ? - perguntaram os anõezinhos
.
- Sou  a princesa  Branca  de Neve e estou sozinha.
A  menina  contou-lhes o que se tinha passado e eles convidaram-na a morar com eles.
Entretanto a malvada Rainha perguntou ao espelho:

- Espelho mágico, não é verdade que agora sou eu a mais bela do mundo?
O espelho respondeu:

- Não,  ainda  é  a  Branca de Neve que vive com os anõezinhos na casinha do bosque.
A  rainha  furiosa,  resolveu ir ela mesma matar Branca de Neve quando os anõezinhos fossem trabalhar. Disfarçou-se de velhinha, bateu à porta e, Branca de Neve apareceu à janela.
- Podes dar-me água? Dou-te uma maçã em troca.
A menina aceitou mas, ao morder a maçã caíu no chão porque ela tinha
veneno.

Quando  os  anões  voltaram  viram  a menina no chão. Colocaram a princesa numa caixa de cristal e ficaram junto dela chorando.
O príncipe do reino  vizinho  ouviu falar no acontecimento e quis ir ver. Quando lá chegou, encantado com a beleza da menina, beijou-a na testa. O beijo quebrou o feitiço e a Branca de Neve ficou boa.
A princesa e os anõezinhos foram viver no palácio do príncipe.
A rainha,  zangada , quis preparar um feitiço maior mas, provocou uma explosão e morreu.
O príncipe e a Branca de Neve casaram e foram felizes para sempre.

 

                                                           

Cris às 15:41
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