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Quarta-feira, 26 de Setembro de 2007

Boa Sentença

Um homem rico, mas avarento, tinha perdido dentro de um alforge uma quantia em oiro bastante avultada. Anunciou que daria cem mil-réis de alvíssaras a quem lha trouxesse. Apresentou-se-lhe em casa um honrado camponês levando o alforge. O nosso homem contou o dinheiro, e disse:
- Deviam ser oitocentos mil-réis, que foi a quantia que eu perdi; no alforge encontro apenas setecentos; vejo, meu amigo, que recebeste adiantado os cem mil-réis de alvíssaras; estamos pagos por conseguinte.

O bom camponês, que nem por sombras tocara no dinheiro, não podia nem devia contentar-se com semelhantes agradecimentos. Foram ter com o juiz, que vendo a mé-fé do avarento, deu a seguinte sentença:
- Um de vós perdeu oitocentos mil-réis; o outro encontrou um alforge apenas com setecentos. Resulta daí claramente que o dinheiro que o último encontrou não pode ser o mesmo a que o primeiro se julga com direito. Por consequência tu, meu bom homem, leva o dinheiro que encontraste, e guarda-o até que apareça o indivíduo que perdeu somente setecentos mil-réis. E tu, o único conselho que passo dar-te, é que tenhas paciência até que apareça algum que tenha achado os oitocentos mil-réis. 

Cris às 00:01
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Domingo, 16 de Setembro de 2007

O Leão, o Burro e a Raposa

 

 

 

 

 

O leão, o burro e a raposa tinham saído para procurar presas. Mataram alguns animais e o leão ordenou ao burro que fizesse a partilha.
Este fez a partilha em três partes iguais e disse:
- Está bem, agora tomai.
O leão zangou-se, devorou o burro e ordenou à raposa que fizesse nova partilha. A raposa pôs tudo num monte não deixando para ela senão uma pequena parte. O leão olhou e disse:
- Ao menos tu és sábia. Quem te ensinou tão bem?
A raposa respondeu:
- O que aconteceu ao burro!

 

 

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Cris às 00:01
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Quinta-feira, 13 de Setembro de 2007

História do Grão de Milho

 

 

 

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Era uma vez uns casados que não tinham filhos. A mulher tanto pediu a Nossa Senhora que lhe desse um filho, ainda que fosse do tamanho de um grão de milho, que ao fim de nove meses ela pariu um filho, mas tão pequeno, tão pequeno, que era mesmo do tamanho de um grão de milho. Foi-se passando tempo e o pequeno não crescia nada, de sorte que ficou sempre do mesmo tamanho.
O pai era lavrador e, quando andava a trabalhar no campo, era o Grão-de-Milho que lhe ia levar o jantar numa cesta; mas, como era tão pequeno, ninguém via o que fazia correr aquela cesta pela rua abaixo. O pai recomendava-lhe que não se chegasse para o pé dos bois, mas uma vez que ele tinha ido levar o jantar ao pai, a brincar trepou para cima de uma folha de milho e um dos bois, pensando que era um grão de milho, lambeu-o com a língua.
O pai quando quis voltar para casa, por mais que o procurasse não deu com ele, mas tanto chamou que por fim ouviu responder que o boi o tinha comido e estava dentro da tripa. O pai ficou muito aflito e matou logo ali o boi e começou a procurá-lo nas tripas, mas por mais que procurasse não o encontrou, até que deixou ficar tripas e tudo. De noite um lobo, atraído pelo cheiro da carne, veio e comeu as tripas do boi, e deitou a fugir.
O lobo teve umas grandes dores de barriga e o Grão-de-Milho começou a gritar-lhe: "C... aí, c... aí!" Mas o lobo, ouvindo isto teve tanto medo que mais fugia e não podia obrar. O Grão-de-Milho continuava a gritar: "C... aí, c... aí!", até que o lobo tão atrapalhado se viu que fez as suas necessidades.
O Grão-de-Milho logo que saiu para fora, lavou-se muito bem lavado numa pocinha que ali estava e foi por ali fora. No meio caminho encontrou uns almocreves que levavam os machos carregados de dinheiro e foi com eles, metido num dos alforges.
De repente, saltam uns ladrões, matam os almocreves e levam os machos com o dinheiro para uma casa que havia nuns pinherais. O Grão-de-Milho, como ia metido num alforge, foi também sem ser pescado. Os ladrões despejaram o dinheiro em cima de uma grande mesa e começaram a contá-lo. O Grão-de-Milho pôs-se debaixo da mesa e começou a gritar: "Quem dá dé-reis, quem dá dé-reis!" Os ladrões, assim que ouviram isto, tiveram tanto medo que deitaram a fugir. Então o Grão-de-Milho ensacou o dinheiro, pô-lo em cima dos machos e foi para casa.
Quando lá chegou, era ainda de noite e bateu à porta. O pai perguntou: "Quem está aí?" e ele respondeu: "Sou eu, meu pai; abra depressa." O pai veio logo abrir a porta e o Grão-de-Milho contou-lhe então tudo, entregou-lhe os machos e o dinheiro e o lavrador, que era pobre, ficou muito rico.

 

 

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Cris às 00:01
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Sexta-feira, 7 de Setembro de 2007

A Raposa e o Galo

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Uma raposa viu um galo em cima de um palheiro e, não podendo agarrá-lo, começou-lhe a falar cá de baixo:
- Ó galo, não sabes? Veio agora uma ordem para todos os bichos serem amigos uns dos outros. Nós cá as raposas já não temos guerra com os cães, estamos amigos; e tu podes descer cá para baixo, que eu te não faço mal.
Estava nisto quando vem uma matilha de cães e, farejando-lhe a raposa, correm atrás dela. A raposa ia sendo agarrada, mas fugia o mais que podia. O galo de cima do palheiro gritava-lhe:
- Mostra-lhe a ordem! Mostra-lhe a ordem!
A raposa ainda de longe respondia-lhe:
- Não tenho tempo! Não tenho tempo!

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Cris às 00:01
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Domingo, 2 de Setembro de 2007

O Criado Mentiroso

 

 

 

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Certo lavrador tinha, havia pouco tempo, um criado que viera de muito longe e mentia por gosto. Iam os dois uma vez a cavalo e disse o criado:
- Lá na minha terra, vi um dia uma raposa ainda maior do que a ponte de sete arcos que atravessa o rio.
- Bem andaste falando-me em pontes - disse o amo - pois quero dar-te um aviso. Vamos daqui a pouco atravessar uma que tem um condão especial.
- E qual é? - perguntou o criado.
- Abre-se pelo meio, quando por ela passa quem nesse dia haja pregado alguma peta.
O criado enfiou, e de ali a bocadinho disse ao amo:
- Tamanha como a ponte não seria a raposa, mas era assim como um boi muito grande.
O amo não lhe respondeu, e o criado que ia cavalgando atrás dele, coçava a orelha, muito atrapalhado.
- E talvez nem chegasse ao tamanho de um boi; como um cavalo é que ela era, ou como um burro.
Já se avistava a ponte. O moço pôs-se a tremer. Se ela se abrisse debaixo dos pés, a queda ao rio era certamente mortal. Foi então dizendo:
- Era como um burro, era; assim como um burro pequenino, acabado de nascer, pouco maior que um cão.
A ponte era altíssima. O pobre criado, já a voz lhe sumia de todo, quando acrescentou:
- A verdade, a pura verdade, é que a raposa era como todas as raposas.
Já o amo ia na ponte. Olhou para trás e viu o criado que parara à entrada.
- Então? - perguntou-lhe - O cavalo tem medo?
- Não, senhor. - respondeu-lhe o moço - sou eu que não me atrevo.
- Então porquê?
- É que eu, patrão, nunca vi raposa nenhuma.
E, persuadido enfim de que já não lhe aconteceria mal, meteu esporas ao cavalo e seguiu o lavrador, que ria às gargalhadas. 


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Cris às 00:01
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Segunda-feira, 27 de Agosto de 2007

As Bocas do Mundo

 

 

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Bem vindos a este Blog!!!

 

 

 

 

Era uma vez um homem muito velho que tinha na sua companhia um neto, filho de uma sua filha já falecida, como falecido era o marido desta. Teve o velho de ir a uma feira vender um jumento e como o neto era rapozola muito turbulento, não o quis deixar sozinho em casa, e levou-o consigo. O jumento era já adiantado em anos e o velho para não o estropiar, resolveu levá-lo adiante, caminhando a pé avô e neto.
Passaram a um lugar onde estava muita gente na estrada.
- Olhem aqueles brutos! Vão a pé atrás do burro que se não dá da tolice dos donos.
O velho disse ao neto que se pusesse em cima do burro. Mais adiante passaram próximo doutros sujeitos que se puseram a dizer:
- O mariola do garoto montado, e o velho a pé; o que um tem de esperto, tem o outro de bruto.
O velho então mandou apear o neto e ele montou-se no burro.
Mais adiante começaram a gritar:
- Olhem o velho se é manhoso! A pobre criança a pé e ele repimpado no burro.
- Salta para cima do burro - ordenou o velho ao neto.
O garoto não esperou que o avô repetisse a ordem e lá foram os dois sobre o jumento.
Andaram assim alguns passos e logo viram muita gente sair-lhe à estrada, cheia de indignação e gritando ameaçadora:
- Infames! Criminosos! Canalhas! Matar o animalzinho com o peso de dois alarves, podendo ir a pé.
O velho e a criança foram obrigados a descer do burro.
Então disse o avô ao neto:
- É para que saibas o que são as línguas do mundo: preso por ter cão e preso por o não ter. 

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Obrigada pela visita.

Volte sempre!!!

Cris às 00:01
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Sexta-feira, 27 de Julho de 2007

A Camponesa e a Lata de Leite

 

 

 

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Vou de fériassssssss...

Regresso no dia 19 de Agosto.

Beijocas para quem me visitar, eu vou estar no bem bom...eheheh

 

 

 

 

 

 

Uma camponesa ia caminhando com uma lata de leite à cabeça e, enquanto caminhava, pensava consigo mesma: “Venderei este leite, e com o dinheiro que ele der poderei comprar mais ovos, ficando então com trezentos.

Mesmo descontando os gorados e os que estiverem claros, terei, desses ovos, pelo menos duzentos e cinquenta frangos.

Quando as aves estiverem a ser vendidas mais caras no mercado é que os meus frangos estarão no tempo de serem levados para lá, de forma que pelo ano novo eu terei dinheiro bastante para comprar um vestido novo. Sim, pensemos bem, um vestido verde, que é a cor mais própria para a minha pele. Será um vestido verde. Com ele irei à feira, onde todos os rapazes se esforçarão por dançar comigo. Mas eu não dançarei com nenhum deles. Recusarei todos, virando a cabeça assim...”
Entusiasmada com a sua ideia, a camponesa fez o gesto em que estava pensando, e lá se foi ao chão a lata de leite, levando com ela toda a imaginária felicidade da jovem.

 

 

 

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Terça-feira, 17 de Julho de 2007

Frei João Sem Cuidados

O rei ouvia sempre falar em Frei João Sem Cuidados como um homem que não se afligia com coisa nenhuma deste mundo.
- Deixa estar, que eu é que te hei-de meter em trabalhos!
Mandou-o chamar à sua presença e disse-lhe:
- Vou dar-te uma adivinha e, se dentro de três dias não me souberes responder, mando-te matar. Quero que me digas quanto pesa a Lua, quanta água tem o mar, e o que é que eu penso?
Frei João Sem Cuidados saiu do palácio bastante atrapalhado, pensando na resposta que havia de dar àquelas perguntas. O seu moleiro encontrou-o no caminho e lá estranhou de ver Frei João Sem Cuidados de cabeça baixa e macambúzio.
- Olá, senhor Frei João Sem Cuidados, então que é isso que o vejo tão triste?
- É que o rei disse-me que me mandava matar se dentro de três dias eu não lhe respondesse a estas perguntas: Quanto pesa a Lua? Quanta água tem o mar? O que ele pensa?
O moleiro pôs-se a rir e disse-lhe que não tivesse cuidados, que lhe emprestasse o hábito de frade, que ele iria disfarçado e havia de dar boas respostas ao rei.
Passados os três dias o moleiro, vestido de frade, foi pedir audiência ao rei. O rei perguntou-lhe:
- Então quanto pesa a Lua?
- Saberá Vossa Majestade que não pode pesar mais do que um arrátel, porque todos dizem que ela tem quatro quartos.
- É verdade... E agora: quanta água tem o mar?
Respondeu o moleiro:
- Isso é muito fácil de saber. Mas como Vossa Majestade só quis saber da água do mar, é preciso primeiro que mande tapar todos os rios, porque sem isso nada feito.
O rei achou bem respondido. Mas zangado por ver que Frei João Sem Cuidados se escapava das dificuldades, tornou:
- Agora, se não souberes o que penso, mando-te matar!
O moleiro respondeu:
- Ora Vossa Majestade pensa que está a falar com o Frei João Sem Cuidados, e está mas é a falar com o seu moleiro!
Deixou cair o hábito de frade, e o rei ficou pasmado com a sua esperteza. 


Domingo, 8 de Julho de 2007

O Cego e o Mealheiro

 

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Ontem fui galardoada com um Óscar!!!!

O tio Óscar....ehehehe

 

 

Quem me ofereceu foi a Manuela do blog

http://simplesmentemanuela.blogspot.com

Obrigada amiga, adorei.

 

 

 

 

 

 

Era uma vez um cego que tinha juntado no peditório uma boa quantia de moedas.

Para que ninguém lhas roubasse, tinha-as metido dentro de uma panela, que guardava enterrada no quintal, debaixo da figueira. Ele lá sabia o lugar, e quando juntava outra boa quantia, desenterrava a panela, contava tudo e tornava a guardar o seu tesouro.

Um vizinho espreitou-o, viu onde é que ele enterrava a panela, e foi lá e roubou tudo.
Quando o cego deu pela falta, ficou muito calado, mas começou a dar voltas ao miolo para ver se arranjava forma para tornar a apanhar o seu dinheiro.

Pôs-se a pensar quem seria o ladrão, e achou lá para si que era por força o vizinho.

Assim, decidiu ir  falar com o vizinho, e disse-lhe:
- Olhe, meu amigo, quero-lhe dizer uma coisa muito em particular, que ninguém nos ouça.
- Então que é, senhor vizinho?
- Eu ando doente, e isto há viver e morrer; por isso quero-lhe dizer que tenho algumas moedas enterradas no quintal, dentro de uma panela, mesmo debaixo da figueira.

Já se sabe, como não tenho parentes, há-de ficar tudo para vossemecê, que sempre tem sido bom vizinho e me tem tratado bem.

Ainda tenho aí num buraco mais umas peças, e quero esconder tudo junto, para o que der e vier.
O vizinho ouviu aquilo e agradeceu-lhe muito a sua intenção, e naquela noite tratou logo de ir enterrar outra vez a panela do dinheiro debaixo da figueira, para ver se apanhava o resto das moedas ao cego.

Quando bem o entendeu, o cego foi ao sítio, encontrou a panela e trouxe-a para casa, e então é que se pôs a fazer uma grande algazarra, dizendo:
- Roubaram-me tudo! Roubaram-me tudo, senhor vizinho!!
E daí em diante passou a guardaro seu dinheiro onde ninguém dava com ele. 

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Sábado, 30 de Junho de 2007

As Orelhas do Abade

 

 

 

 

 

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Um sujeito bom caçador convidou o abade da sua freguesia para ir comer com ele duas perdizes guisadas, e deu-as à mulher para as cozinhar. A mulher, raivosa por não contarem com ela, cozinhou as perdizes e comeu-as. Nisto chega o abade muito contente, e diz-lhe a mulher:
- Fuja, senhor abade, que o meu homem jurou que lhe havia de cortar as orelhas, e isto das perdizes foi um pretexto para cá o pilhar.
O abade não quis ouvir mais, e ele por aqui me sirvo.
O marido chega, e diz-lhe a mulher:
- O abade aí veio, viu as perdizes, e não queria esperar mais por ti, pegou nelas ambas e foi-se embora.
O homem vem à porta da rua, e ainda vê o abade fugindo, e começa a gritar:
- Ó senhor abade! Pelo menos deixe-me uma.

- Nem uma, nem duas! - respondeu ele lá de longe.


 

Teófilo Braga 

 

 

 

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