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Terça-feira, 17 de Setembro de 2013

O Cão

 

 

 

 

 

 

 

 

Toda a gente sabe que "o cão é o melhor amigo do Homem".

Realmente não há amigo como este: não só está sempre pronto para brincar com o seu dono, como também o defende sempre que o vê em perigo. Com certeza já ouviste falar em cães-polícias ou em cães que guiam pessoas cegas.

 

No entanto, é importante que saibas que se escolheres  um destes amigos para levar para tua casa, terás de cuidar dele e alimentá-lo. Por isso, deves escolher bem a sua raça!

 

Pensa-se que o cão doméstico descende de um parente selvagem, o lobo. O cão que tu conheces ainda tem várias características desse parente.

 

Quando vive em estado selvagem, costuma juntar-se em grupos, as matilhas. Quando vive com o Homem, qualquer cão considera o seu dono como o chefe da matilha.

 

Das suas características, estas fazem dele um ótimo caçador:

  • tem um olfato muito sensível: é capaz de localizar outros animais seguindo o rasto que o seu cheiro deixa. Por isso, muitas vezes, são uma ajuda preciosa para encontrar pessoas;

 

  • tem um ouvido muito apurado, conseguindo ouvir ruídos que os humanos não ouvem;

 

  • é um excelente corredor, porque é rápido e é capaz de correr grandes distâncias sem se cansar.

 

                          

Os cães são animais que marcam o seu território e ladram para comunicar entre eles e com o seu dono.
 

Por estas razões, o Homem conta sempre com este amigo fiel para o ajudar na caça, para guardar os seus rebanhos ou para proteger a sua casa.

 

 

Além disso, não há melhor animal de companhia!

 

 

                                                                                                   texto  in, http://www.sitiodosmiudos.pt/57/miniclick2.asp?modulo=caoprin.xml

 

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Cris às 18:21
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Sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010

Calendários 2010

 

 

 

 

 

 

 

 

                                                                                     

                                                                                                          retirados da net

 

Segunda-feira, 1 de Junho de 2009

Os dez mandamentos das crianças aos pais

 

 

 

 

 

 

 

 

1. As minhas mãos são pequenas: por favor não esperem a perfeição ao fazer a cama, desenhar, atirar e agarrar uma bola.
As minhas pernas são pequenas: por favor abrandem para eu vos poder acompanhar.

2. Preciso de encorajamento para crescer. Por favor sejam brandos nas vossas críticas. Lembrem-se: podem criticar o que faço sem me criticarem a mim.

3. Os meus olhos não vêem o mundo do mesmo modo que os vossos. Por favor deixem-me explorá-lo em segurança. Não me impeçam de o fazer sem necessidade.

4. Os meus sentimentos ainda estão tenros. Não impliquem comigo o tempo todo. Tratem-me como desejariam ser tratados.

5. As tarefas domésticas estão sempre a precisar de ser feitas. Só sou pequeno por pouco tempo. Por favor percam tempo a explicar-me as coisas deste fantástico mundo em que vivemos e façam-no de boa vontade.

6. Por favor não vão "fazer por cima" tudo o que eu faço. Isso dá-me a ideia de que os meus esforços nunca alcançam as vossas expectativas.
Sei que é difícil, mas não me comparem a outras crianças.

7. A minha existência é uma dádiva. Cuidem de mim como é esperado, responsabilizando-me pelas minhas acções, dando-me linhas de orientação e disciplinem-me de um modo afectuoso.

8. Por favor não tenham medo de ir passar fora um fim-de-semana. Os filhos precisam de férias dos pais como os pais precisam de férias dos filhos. É uma bela maneira de mostrarem como a vossa relação é especial.

9. Por favor dêem-me a liberdade para tomar decisões que me dizem respeito. Deixem-me falhar, para que eu possa aprender com os meus erros. Assim, um dia estarei preparado para tomar as decisões que a vida me exigirá.

10. Por favor dêem-me todas as oportunidades para eu aprender e bons exemplos para eu seguir. Assim poderei tornar-me numa pessoa verdadeira, recta e humana.

 

in, http://web.educom.pt/paulaperna/

 

 

 

Quarta-feira, 13 de Maio de 2009

Multiplicar Com Os Dedos

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Ao vaguear pela internet, deparei com este post, num blog, o qual achei de extremo interesse e passo a transcrever.

 

TABUADA COM OS DEDOS

 
Quem é que não se lembra dos tempos em que foi obrigado a decorar a tabuada?
Talvez até um ou outro recorde alguma palmatoada ou reguada em resultado de uma resposta errada
que tenha dado!
E quem nunca escondeu a mãozinha no bolso, para os deditos ajudarem a fazer as contas no caderno?
Hoje em dia, com a proliferação das calculadoras de bolso, há mesmo uma certa hesitação nas pessoas, em responder, se inquiridas sobre a tabuada. E a resposta certa nem sempre sai à primeira!
Pois então, divirtam-se com estas dicas que os irão ensinar a saber multiplicar usando os próprios
dedos das mãos.

 

 

 

in, http://simecqcultura.blogspot.com/2008/10/tabuada-com-os-dedos.html

 

 

Obrigada pela visita!!!

 

Segunda-feira, 11 de Maio de 2009

Pinóquio para verificar

Era uma vez, um senhor chamado Gepeto. Ele era um homem bom, que morava sozinho em uma bela casinha numa vila italiana. Gepeto era marceneiro, fazia trabalhos incríveis com madeira, brinquedos, móveis e muitos outros objetos. As crianças adoravam os brinquedos de Gepeto.
Apesar de fazer a felicidade das crianças com os brinquedos de madeira, Gepeto sentia-se muito só, e por vezes triste. Ele queria muito ter tido um filho, e assim resolveu construir um amigo de madeira para si.

O boneco ficou muito bonito, tão perfeito que Gepeto entusiasmou-se e deu-lhe o nome de Pinóquio.
Os dias se passaram e Gepeto falava sempre com o Pinóquio, como se este fosse realmente um menino.
Numa noite, a Fada visitou a oficina de Gepeto. Comovida com a solidão do bondoso ancião, resolveu tornar seu sonho em realidade dando vida ao boneco de madeira.
E tocando Pinóquio com a sua varinha mágica disse:
- Te darei o dom da vida, porém para se transformar num menino de verdade deves fazer por merecer . Deve ser sempre bom e verdadeiro como o seu pai, Gepeto.
A fada incumbiu um saltitante e esperto grilo na tarefa de ajudar Pinóquio a reconhecer o certo e o errado, dessa forma poderia se desenvolver mais rápido e alcançar seu almejado sonho: tornar-se um menino de verdade.
No dia seguinte, ao acordar, Gepeto percebeu-se que o seu desejo havia se tornado realidade.
Gepeto, que já amava aquele boneco de madeira como seu filho, agora descobria o prazer de acompanhar suas descobertas, observar sua inocência, compartilhar sua vivacidade. Queria ensinar ao seu filho, tudo o que sabia e retribuir a felicidade que o boneco lhe proporcionava.

Sendo assim, Gepeto resolveu matricular Pinóquio na escola da vila, para que ele pudesse aprender as coisas que os meninos de verdade aprendem, além de fazer amizades. Pinóquio seguia a caminho da escola todo contente pensando em como deveria ser seu primeiro dia de aula estava ansioso para aprender a ler e escrever.
No caminho porém encontrou dois estranhos que logo foram conversando com ele. Era uma Raposa e um Gato, que ficaram maravilhados ao ver um boneco de madeira falante e pensaram em ganhar dinheiro às custas do mesmo.
- Não acredito que você vai a escola! Meninos espertos preferem aprender na escola da vida! – falou a Raposa se fazendo de esperta.

A Raposa e o Gato venderam o boneco para o dono do teatro de marionetes.
Pinóquio sem perceber o acontecido atuou na apresentação dos bonecos e fez grande sucesso com o público.
Ao final da apresentação, Pinóquio quis ir embora, porém o dono do teatro vê em Pinóquio a sua chance de ganhar muito dinheiro, sendo assim o trancou numa gaiola.
Pinóquio passou a noite preso, chorando, lembrou do seu pai e teve medo de não vê-lo novamente.
Já estava amanhecendo quando o Grilo enfim, conseguiu encontrar Pinóquio. Mas não o conseguiu libertar da jaula. Nesse momento apareceu a Fada Azul que perguntou ao boneco o que havia acontecido.


- Vamos Pinóquio, sem desviar do nosso caminho! Gritou o pequeno e responsável grilo.
A Raposa e o Gato começaram a contar que estavam indo assistir ao show do teatro de marionetes. Pinóquio não conseguiu vencer sua curiosidade, para ele tudo era novidade, queria conhecer o teatro divertido, do qual os dois estranhos falavam.
- Acho até que você poderá trabalhar no teatro, viajar conhecer novas pessoas, ganhar muito dinheiro e comprar coisas para você e para quem você gosta. Continuou a instigar a Raposa.
O pequeno grilo continuou a falar com Pinóquio, mas este estava tão empolgado que nem o escutava mais.
Pinóquio então, seguiu com a Raposa e o Gato, rumo à apresentação do teatro de marionetes, deixando seu amigo grilo para trás.


Pinóquio mentiu, contou que havia se perdido e encontrado o dono do teatro de marionetes que o prendeu e obrigou-o a trabalhar para ele.
Pinóquio se assustou com o que havia acontecido, seu nariz dobrar de tamanho. Assustado o boneco começou a chorar.

 

 __ Sempre que você mentir seu nariz o denunciará e crescerá. A mentira é algo aparente, é errado e não deve fazer parte de quem possui um bom coração.- Continuou a Fada.
__ Não quero ter esse nariz! Eu fala a verdade! Quis saber como era um teatro de marionetes e sai do meu caminho, acabei me dando mal.
__ Não minta novamente Pinóquio! Lembre-se que para se rum menino de verdade você deve fazer por merecer.- disse a fada , desaparecendo em seguida.
Pinóquio estava voltando para casa, com o grilo, quando viu três crianças correndo sorridentes em uma direção oposta à sua.
Como era muito curioso, Pinóquio perguntou a um dos meninos onde ele ia.
__ Estamos indo pegar um barco para ilha da Diversão, lá existe um enorme parque com brinquedos, doces a vontade. Criança lá não estuda só se diverte!
Pinóquio achou a idéia de uma ilha como aquela tentadora, parou no meio do caminho e olhou na direção dos meninos que corriam.
__ Não Pinóquio! Dúvida não! O que eles estão fazendo parece bom, divertido, mas é errado e fazer o que é errado traz más conseqüências. – disse o esperto grilo. Os meninos já um pouco distantes chamavam Pinóquio para ir junto.

__Ah! Grilo, eu vou só conhecer a ilha, não vou ficar lá para sempre.- disse o inocente boneco já correndo em direção aos meninos.
O grilo não concordou, mas seguiu Pinóquio, afinal, era responsável por ele.
Pinóquio entro num barco cheio de crianças que ia para a tal ilha.
Ao chegarem na ilha, as crianças correram em direção aos brinquedos. Podia-se brincar à vontade, comer doces o quanto quisessem.
O grilo observava, desapontado, o boneco se divertindo.
A noite chegou, e as crianças exaustas de tanto brincar dormiram no chão, espalhadas pelo parque. Algumas sentiam dores na barriga, de tanto comer doces.
Pinóquio estava quase dormindo quando o grilo acordou-o.
__Pinóquio o que está acontecendo?
__O quê grilo? estou com sono, está acontecendo que todos estão dormindo. - Disse o boneco sonolento.
_ Não estou falando disso Pinóquio! Falo das orelhas de vocês! Estão com orelhas... de burro! – disse o grilo preocupado.
Pinóquio despertou e assustado correu em direção a um lago para ver seu reflexo na água.
Várias crianças já haviam percebido o que estava acontecendo e choravam assustadas.
Pinóquio ficou com m muito medo, pois via que outras crianças já estavam também com rabo de burro.
O grilo chamou o boneco para saírem imediatamente da ilha. Devia ser algum feitiço, em troca da diversão que tiveram as crianças estavam se transformando em burros.
Pinóquio correu em direção a um pequeno barco, com ele ia o grilo e outras crianças. Porém ninguém conseguia dirigir o barco.
Pinóquio chorando, chamou a fada Azul.
_ Fada Azul, por favor, nos ajude!
A fada apareceu, ficou feliz por Pinóquio pedir ajuda também pelas outras crianças.
Ao perguntar ao boneco o que havia acontecido, a fada recebeu deste outra mentira. Pinóquio mentiu que havia seguido um menino que ia para a mesma Vila que o Gepeto morava e acabaram se perdendo.
No mesmo instante o nariz do boneco começou a crescer.
Assustado, Pinóquio lembrou do que a fada havia dito e falou a verdade.
Seu nariz voltou ao norma, e a Fada anulou o feitiço que estava fazendo Pinóquio e as outras crianças se transformarem em burros.
Pinóquio seguiu com o grilo em direção à sua casa na vila. Estava com muita saudade do seu pai, Gepeto. Estava começando a entender que o seu pai queria sempre o melhor para ele, e o melhor, naquele momento era a seu lar, a escola, a vila.
Ao chegar em casa Pinóquio não encontrou Gepeto. Com medo, ficou imaginando que Gepeto poderia ter morrido de tristeza com o seu sumiço. Mas o grilo encontrou um bilhete de Gepeto, pendurado na porta.
No bilhete Gepeto dizia que ia de barco procurar o seu filho amado.
Pinóquio foi em direção à praia, junto com o grilo.
Chegando lá, não viram nenhum sinal do barco do Gepeto.
Pinóquio ficou sabendo por uns pescadores que um pequeno barco havia sido engolido por uma baleia naquela manhã.
O boneco imediatamente pensou que se tratava de Gepeto e atirou-se ao mar, para procurar a tal baleia.
O grilo foi atrás de Pinóquio. Ambos nadaram bastante até encontrarem uma enorme criatura.
O grilo avisou ao boneco que aquela era uma baleia. Pinóquio se colocou na frente do animal e em poucos segundos foi engolido por ela. O grilo que o acompanhava todo o tempo também foi engolido.
Ao chegarem no estômago do animal viram um pequeno barco e Gepeto, triste, cabisbaixo, sentado com as mãos na cabeça.
Ao ver o boneco, Gepeto sorriu e correu ao seu encontro.
Pinóquio abraçou o pai e pediu desculpas por ter agido mal.
__ A única coisa que importa meu filho, é que você está bem. Disse o bondoso velhinho. Pinóquio teve a idéia de fazerem uma fogueira com pedaços de madeira do barco, assim a baleia podia espirrar e atirá-los para fora da sua barriga.
O plano deu certo e a baleia espirrou o barco onde estavam Gepeto, Pinóquio e o grilo.


Ao chegarem, à praia Pinóquio e Gepeto novamente se abraçaram felizes por ter dado tudo certo.
_ Prometo ser obediente, papai! Não mentir e cumprir meus deveres. –disse o boneco.
Gepeto ficou orgulhoso do filho. Sabia que Pinóquio tinha aprendido valiosas lições.
Nesse momento a Fada azul apareceu e sorridente disse ao boneco:
__ Você aprendeu as diferenças entre o bem e o mal. O valor do amor, da lealdade .Tudo o que fazemos tem uma conseqüência, que pode ser boa ou ruim dependendo de como agimos. Por tudo o que você aprendeu e pelo modo como agiu, agora farei de você será um menino de verdade!
Assim, a fada transformou Pinóquio em um menino de verdade. E este viveu muito feliz com o seu pai, Gepeto e com o amigo grilo.

__ Não chore Pinóquio! disse a Fada abrindo com a sua varinha mágica o cadeado da gaiola.
Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009

Máscaras

 

 

 

 

 

 

Imprime, recorta , pinta e decora ao teu gosto.

 

Faz um furinho em cada lado com o furador

e prende um elástico.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

                   Obrigada pela visita.

             Voltem Sempre!!!

 

Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009

O que é a dislexia?

 

 

 

 

Dislexia: (do grego) dus = difícil, mau; lexis = palavra

"Embora se fale de dislexia, ao certo sabe-se ainda muito pouco, as respostas são insuficientes, as crianças, as famílias, as escolas, vivem esta problemática desamparados"

 

Dislexia é...

"Uma desordem, que se manifesta pela dificuldade de aprender a ler, apesar da instrução ser a convencional, a inteligência normal e das oportunidades socioculturais.
Depende de distúrbios cognitivos fundamentais que são, frequentemente, de origem constitucional..."
(Federação Mundial de Neurologia, 1968).

"A Dislexia é uma dificuldade duradoura de aprendizagem da leitura e aquisição do seu automatismo, junto de crianças inteligentes, escolarizadas, sem quaisquer perturbações sensoriais e psíquicas já existentes.
(APEDYS - França).

Nem os pais, nem os professores são responsáveis por esta dificuldade específica de aprendizagem. Porém não devem

ignorá-la.


Sinais de Alerta:

- Dificuldades na linguagem oral;
- Não associação de símbolos gráficos com as suas componentes auditivas;
- Dificuldades em seguir orientações e instruções;
- Dificuldades de memorização auditiva;
- Problemas de atenção;
- Problemas de lateralidade.



A escrita disgráfica pode observar-se através das seguintes manifestações:

 - traços pouco precisos e incontrolados;
 - falta de pressão com debilidade de traços;
 - ou traços demasiado fortes que vinquem o papel;
 - grafismos não diferenciados nem na forma nem no tamanho;
 - a escrita desorganizada que se pode referir não só a irregularidades e falta de ritmo dos signos gráficos,
   mas também a globalidade do conjunto escrito;
 - realização incorrecta de movimentos de base, especialmente em ligação com problemas de orientação
   espacial, etc.


Na leitura e/ou na escrita:
 
 - possíveis confusões
  (ex: f/v; p/b; ch/j; p/t; v/z ; b/d...)
 
 - possíveis inversões;
  (ex: ai/ia; per/pré; fla/fal; cubido/bicudo...)
 
 - possíveis omissões:
  (ex: livo/livro; batata/bata...)
 
 
 Respostas urgentes a implementar:
 
 - Criação de estruturas de despiste e reeducação precoces.
 - Consultas multidisciplinares para avaliação compreensiva de casos.
 - Formação de professores numa pedagogia específica.
 - Meios de informação sobre estruturas de apoio a alunos com dislexia.


 Intervenção na sala de aula:

Partindo do princípio fundamental de que não há "receitas" infalíveis e adaptáveis a todos os casos. Antes pelo contrário, cada caso é um caso e deve ser encarado  na sua singularidade e especificidade.


Todavia, podem-se apontar algumas pistas de conduta e facilmente aplicáveis numa sala de aula.

1- Colocar o aluno numa das carteiras mais próximas do professor para que este o possa "vigiar" a atenção e dificuldades do aluno;

2- Eliminar possíveis focos de distracção (materiais desnecessários, janelas, colegas desconcentrados,barulhos,...); 

 

 

 

 

3- Organizar os materiais de trabalho do aluno (organização do dossier, esquemas de cores, pasta de arquivos de trabalhos realizados,...);
    


4- Aulas de apoio individualizado a Língua Portuguesa (tendo em conta as dificuldades mais relevantes apresentadas pelo aluno);
    


5-
Tomar uma atitude de "reforço positivo" junto do aluno, valorizando mais os progressos que as falhas.

 

 

 

 

Domingo, 25 de Janeiro de 2009

Grupo Nominal e Grupo Vebal

 

 

 

 

 

Quase toda a frase é constutuída por dois grupos fundamentais:

 

Grupo Nominal - GN

Grupo Verbal - GV

 

* O nome é a palavra principal do grupo nominal.

 

* O verbo é a palavra principal do grupo verbal.

 

O GN e o GV da frase tê, entre si, uma relação de concordância: se o GN é singular o GV também é singular; se o GN é plural o GV também é plural.

 

Normalmente, o GN escreve-se antes do GV.

 

in, http://www.sitiodosmiudos.pt/gramatica/default2.asp?url_area=A7

 

 

O sujeito e o predicado

 

Na frase, o grupo nominal (GN) indica quem pratica a acção e tem a função de sujeito.

 

Para encontrares o sujeito de uma oração, faz a pergunta:

Quem é que?... ou Que é que?...

 

 O grupo verbal (GV) indica as acções praticadas pelo sujeito e tem a função de predicado.

 

 

Para encontrares o predicado da oração, pergunta:

Que faz? ou Como está?
 

Em algumas frases há um grupo de palavras que se pode escrever no início, no meio ou no fim das frases, sem lhes alterar o sentido. É o grupo móvel (GM). 

 

 

in, http://www.sitiodosmiudos.pt/gramatica/default2.asp?url_area=A

 

 

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Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009

Sílaba e divisão silábica

 

 

 

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As palavras são formadas por sons ou fonemas que, por sua vez, formam sílabas.

 

Chamamos sílaba a um conjunto de letras que se pronuncia de uma só vez.

Uma palavra pode ter uma, duas ou mais sílabas.

 

 

Quanto ao número de sílabas, as palavras

classificam-se em:

 

monossílabos - quando têm só uma sílaba, como em pai;

 

dissílabos - quando têm duas sílabas, como em casa;

 

trissílabos - quando têm três sílabas, como em escola;

 

polissílabos - quando têm mais de três sílabas, como em automóvel.

 

 

Em todas as palavras há uma sílaba que se pronuncia com mais força - é a sílaba tónica.

 

As restantes sílabas chamam-se sílabas átonas.

 

A sílaba tónica de uma palavra pode ser a última, a penúltima ou a antepenúltima.

 

 

Conforme a posição da sílaba tónica, as palavras classificam-se em:

 

agudas - quando a sílaba tónica é a última, como em boné;

 

graves - quando a sílaba tónica é a penúltima, como em foca;

 

esdrúxulas - quando a sílaba tónica é a antepenúltima, como em pêssego.

 

in, http://www.sitiodosmiudos.pt/gramatica/default2.asp?url_area=A6

 

 

 

 

 

 

 

 

Quinta-feira, 15 de Janeiro de 2009

Ditongos e Dígrafos

 

 

 

 

 

 

Chama-se ditongo à combinação de duas vogais que se pronunciam ao mesmo tempo, formando uma só sílaba, e que podem ser orais ou nasais.

 

São orais os ditongos que se pronunciam apenas através da boca.

 

São nasais os ditongos em que, ao pronunciarem-se, o som sai pela boca e pelo nariz, simultaneamente.

 

Também há conjuntos de duas consoantes ou consoante e vogal que se lêem de uma só vez para formarem um novo som - são os dígrafos.

 

Os ditongos são sons vocálicos por serem formados por vogais.

 

Os dígrafos são sons consonânticos.

 

in, http://www.sitiodosmiudos.pt/gramatica/default2.asp?url_area=A5

 

Obrigada pela visita!!! 

 

 

 

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